Economia

GERANDO EMPREGO E RENDA PELA ECONOMIA SOLIDÁRIA

Foto de Rarimar Portela – Feira de Economia Solidária da Arquidiocese de Manaus, em Dezembro de 2019

A economia solidária é uma política importante para o Amazonas e a cidade de Manaus e precisa ser incentivada pelo poder público, sobretudo, no momento atual, com altos índices de desemprego e informalidade. É apoiar os pequenos empreendedores, as cooperativas, as associações, saindo da invisibilidade dos governantes, garantindo seus direitos por políticas públicas, melhorando sua renda e as suas condições de trabalho, além da organização social.

A estimativa é que já tenham hoje cerca de 3 mil empreendimentos econômicos na capital e 42 cooperativas no Estado, sendo 12 da economia solidária e 22 associações de produtores desse tipo de economia. Mais de 8 mil famílias ligadas diretamente a essa área. E poderia ter muito mais. Mas a Prefeitura nunca olhou como prioridade.

Como economista e por ter presidido duas vezes o Conselho Regional e Economia (Corecon), sei da importância de um projeto de desenvolvimento para micro e pequenas empresas e também para economia solidária. Por isso, defendo que a gestão municipal pode fazer muito por esses trabalhadores, colocando essa área como política pública transversal, colaborando com o processo de formação e de desenvolvimento desses grupos, como os catadores de materiais recicláveis, associações de costureiras, cooperativas de artesãos, empreendedores ligados ao turismo, gerando muito mais emprego e renda.

Essas e outras propostas foram debatidas na reunião virtual que realizamos ontem, com a participação da sociedade civil, empreendedores, professores, voluntários da área, na construção do nosso Plano de Governo Municipal (2021-2024), de forma democrática e participativa.

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