Saúde

José Ricardo fiscaliza unidades de saúde e os problemas continuam; ele cobra providências do Estado

Esta semana, o deputado José Ricardo (PT) fiscalizou algumas unidades de saúde da capital e os problemas continuam: estruturas precárias, falta de médicos especialistas, de materiais, de medicamentos e de equipamentos, como ainda faltam de funcionários, ambulâncias e até leitos para atender a grande demanda. Relatórios de todas essas demandas serão encaminhadas ao Governo do Estado, cobrando providências.

“Continuo cobrando a instalação da CPI da Saúde na Assembleia Legislativa. Porque milhões foram desviados da saúde, por meio desses contratos sem nenhuma transparência, enquanto o povo sofre, lutando para viver. É resultado de gestores que fazem parte do mesmo grupo político que está no poder do Amazonas há mais de 35 anos. Gestões sem transparência, sem prestação de contas, sem participação popular e muitos envolvidos em escândalos de corrupção”, declarou ele, ressaltando que, todos os dias, recebo inúmeras denúncias sobre os péssimos serviços de atendimento na área.

Na última quarta-feira (9), o deputado fiscalizou o Hospital Adriano Jorge, na Cachoeirinha, Zona Sul, e constatou que, apesar da visível melhoria  desde a última fiscalização, precisa de mais investimento por parte do Governo do Estado, principalmente, em cirurgias ortopédicas. “Há uma grande demanda para essa modalidade, a fila de espera é grande.  Segundo relatos, têm pacientes que estão esperando há  dois, três ou quatro anos por uma cirurgia ortopédica, uma vez que essa fundação tornou-se referência nesse tipo de tratamento. Constatamos ainda que a necessidade de mais profissionais de saúde, como psicólogos, enfermeiras e médicos”, frisou.

Já na tarde de ontem (10), ele fiscalizou as unidades de saúde da Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste. No Hospital e Maternidade Chapot Prévost, falta UTI e Unidade de Cuidados Intensivos (UCI). Por ter uma estrutura pequena, atende somente casos de baixa complexidade. Apesar de oferecer Serviço de Pronto Atendimento, eles atendem casos recorrentes de emergências. “Os funcionários e os médicos são de cooperativas. Somente parte dos servidores são Susam, que avaliam que a atenção básica, de responsabilidade da Prefeitura, não está funcionando. Faltam alguns materiais para atendimento, os leitos não são suficientes para a demanda e os equipamentos funcionam em forma de comodato, ou seja, são de uma empresa que deixam no hospital e o Estado paga pelo aluguel. Vou cobrar mais investimentos do Governo do Estado nessa unidade de saúde”.

E no Hospital Dr. Geraldo da Rocha, apesar de ter um bom centro cirúrgico, novo e bem equipado, quase não foi utilizado porque está faltando médico anestesiologista. Além disso, está faltando medicação, laboratório de exame e bisturi elétrico para realização de cirurgias. Na oportunidade, o parlamentar entregou cópia da emenda orçamentária, de sua autoria, no valor de R$ 70 mil, destinados  para compra de materiais e equipamentos permanentes para essa unidade de saúde.

Assessoria de Comunicação

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