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O povo não aguenta mais aumento de preços

Mais uma vez o Governo Bolsonaro com sua política de privatização aperta o bolso da população. No início do último mês de dezembro, já havia aumentado o gás de cozinha em 5%. Como se não fosse pouco, começa o ano anunciando mais um aumento, de 6%. Em maio de 2016, o preço do gás de cozinha era R$ 51,29, no Amazonas, segundo a Agência Nacional de Petróleo. Com o reajuste desse mês o preço deve ficar em torno de R$ 90.

Ano passado, o gás de cozinha teve seu preço reajustado por 10 vezes, fechando o ano com aumento acumulado de 21,9%, quadriplicando a inflação estimada para o mesmo período. Estes repetidos reajustes é um verdadeiro absurdo em meio de uma grave crise sanitária por conta da pandemia que elevou o desemprego a níveis recordes, e aqueles trabalhadores que ainda mantiveram seu trabalho, amargam perda de poder aquisitivo que ronda os 20%.

Desde Temer, e agora com Bolsonaro, os preços dos combustíveis e do gás de cozinha ficam à mercê da variação do mercado internacional o que prejudica e muito a população do Amazonas e do País inteiro que pode ficar sem acesso ao gás de cozinha e ter que voltar a cozinhar à lenha, prejudicando ainda mais o meio ambiente. É necessário, que o Governo Federal reveja a política de reajustes de preços, principalmente nestes tempos de crise economia, inflação alta e pandemia, para não penalizar ainda mais o povo, já que somos um dos maiores produtores de petróleo do mundo com a quarta maior reserva mundial.

Opinião do deputado federal Zé Ricardo (PT/AM) sobre mais um aumento no preço do gás de cozinha

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