Saúde

PREFEITURA PODE EVITAR MORTES ATUANDO MAIS FORTE NA SAÚDE BÁSICA

A estratégia da atenção básica é responsabilidade da Prefeitura e deve prezar pela saúde da população, evitando o custo social do adoecimento. Mas, hoje, a estratégia Saúde da Família atende a apenas 40% e a Atenção Básica chega a, no máximo, 56% dos moradores de Manaus. É o mesmo que dizer que a metade da cidade não tem médico e nem atendimento na atenção primária. Os profissionais também denunciaram uma desconstrução e uma acomodação do sistema de saúde municipal.

Essa situação preocupante foi evidenciada numa reunião virtual que realizamos com a participação de médicos, enfermeiros e profissionais que atuam na área da saúde de Manaus, na construção de um Plano de Governo para Manaus (2021-2024), de forma democrática e participativa.

Um dos dados apresentados demonstra que a cada ano, praticamente, dobram os pacientes vítimas de câncer de pele, grande parte, por falhas na atenção primária, de responsabilidade da Prefeitura de Manaus, que não faz avaliação precoce efetiva para o não agravamento dos casos, numa cidade que tem 12 horas de sol por dia, que cresce assustadoramente e com poluições químicas e ambientais que causam muitas complicações à pele.

Outra situação é a morte de mulheres causada por câncer de colo do útero. Somente em 2019, foram 279 vítimas fatais, sendo 209 só na capital. Uma média de 23,5 óbitos/mês em todo o Estado, mesmo existindo vacina que poderiam evitá-los.

Precisamos planejar e ampliar as ações em saúde e na prevenção de doenças. A Prefeitura precisa investir melhor os recursos, que somente para a saúde, nos últimos quatro anos do prefeito, foram superiores a R$ 3,6 bilhões.

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