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Zé Ricardo destaca 1 mil dias do que chamou de “desgoverno” de Bolsonaro, marcado por muitos retrocessos ao país e ao Amazonas

Do plenário da Câmara Federal, o deputado Zé Ricardo (PT/AM) destacou nesta terça-feira (28) os 1 mil dias do Governo Bolsonaro, afirmando ser um desastre para o país e para a população brasileira e amazonense. “É um desgoverno marcado por retrocessos, com o povo mais pobre, milhões sem emprego, a volta da fome, o aumento do custo de vida e quase 600 mil mortes por Covid-19”.

Para Zé Ricardo, são 1 mil dias de cortes de recursos na educação, nas universidades e nos Institutos Federais; 1 mil dias de desmatamento na Amazônia, de sucateamento na área da ciência e tecnologia; 1 mil dias negando a saúde e as mortes pelo descaso, com falta de UTI e de oxigênio; 1 mil dias de fracasso na economia e com a inflação quase descontrolada; 1 mil dias de aumento no preço dos alimentos, da fome voltando (19 milhões de pessoas, segundo o IBGE); 1 mil dias do aumento do gás de cozinha, da energia e do combustível, com a gasolina chegando a quase R$ 7 em algumas cidades; 1 mil dias com desemprego de mais de 14 milhões de brasileiros e outros 40 milhões na informalidade; 1 mil dias e o povo gritando Fora Bolsonaro.

“Em relação ao Amazonas, é como se não tivesse presidente da República nestes 1 mil dias. Inaugurou um conjunto habitacional Manauara e a expansão do Centro de Convenções Vasco Vasques, obras da presidenta Dilma. Em São Gabriel da Cachoeira, inaugurou uma ponte de madeira que custou menos que a viagem da comitiva até o local. E nada de BR-319 e de investimentos em segurança pública, mobilidade urbana, saneamento, obras de estradas. Pelo contrário, só ameaças à Zona Franca de Manaus, fim do Luz para Todos, da Farmácia Popular, do Minha Casa Minha Vida e abandono no interior”, declarou o parlamentar.

E destacou ainda que nesses 1 mil dias de “desgoverno” os trabalhadores ficaram com aposentadorias e pensões reduzidas, com a Reforma da Previdência; sem política de geração de empregos, sem investimentos em obras públicas, não construindo casas, cortando recursos para saneamento e crédito para as pequenas empresas e sem qualquer o apoio aos agricultores familiares.

Um Governo que também ameaça os direitos dos povos indígenas, além de cortes anuais no orçamento da assistência social, que atinge os idosos, pessoas com deficiência, crianças, mulheres e jovens, bem como as famílias que estão passando fome. “Por isso, a população está com saudade do Lula, que tanto fez pelo país e o Estado. E, neste dia 2 de outubro, mais uma vez, o povo vai às ruas se manifestar por emprego, saúde, educação, auxílio emergencial, pela vida e o grito de Fora Bolsonaro, certamente, será mais forte”.

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